Roberta Martins, 35 anos, atua há 14 anos com fisioterapia domiciliar. Utilizando técnicas de terapia manual e complementando com bolas, faixas elásticas e pesos, a fisioterapeuta encontra a motivação para se manter na profissão na felicidade de seus pacientes com a melhora da qualidade de vida. Por Priscila Zucas

Você se formou em quê?

Me formei em Fisioterapia em 2002 pela Universidade Cidade de São Paulo (UNICID). No ano seguinte, realizei minha especialização em Fisioterapia Motora aplicada à Neurologia na Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina (UNIFESP – EPM). No mesmo ano, iniciei meus atendimentos domiciliares. A partir de então, minha carteira de clientes foi aumentando graças às indicações. Cheguei a trabalhar em clínicas também, mas como a procura pelo atendimento domiciliar cresceu, atualmente realizo somente esta atividade.

Pode nos contar como funciona a fisioterapia domiciliar?

Primeiramente, faço uma avaliação detalhada por meio de uma anamnese (entrevista realizada por um profissional de saúde) e um exame físico. Depois, preparo um programa de tratamento individualizado, pois cada paciente possui uma necessidade. Minha área de atuação é a fisioterapia motora. Atendo pacientes com patologias ortopédicas e neurológicas. Utilizo ferramentas como eletroterapia, terapia manual, reeducação postural global (RPG) e pilates. Além disso, realizo drenagem linfática manual e pós-operatório em cirurgias plásticas.

Você acredita que a agitação cotidiana contribui para o padecimento do corpo? Por quê?

Sim. Com a correria do dia-a-dia e o estresse, muitas pessoas acabam tensionando alguns grupos musculares por conta da falta de atenção com a postura ao dirigir, comer, caminhar. Isso faz com que ocorram os vícios posturais e, consequentemente, a dor.

Para fazer fisioterapia, o paciente precisa ter sido encaminhado por um médico?

Não há necessidade do encaminhamento médico, mas, dependendo do tipo de dor, eu mesma encaminho a um especialista para realização de exames e para a obtenção de um diagnóstico preciso.

Qual é o diferencial do seu atendimento?

Procuro olhar meu paciente como um todo. Não só a parte física, mas também a emocional, pois estão relacionadas. Além disso, nos casos de dores, trato não somente o sintoma, mas também a causa. É muito importante que o paciente se sinta acolhido e compreendido e, assim, estabelecemos uma relação de confiança.

Quanto tempo dura uma sessão de fisioterapia? Com que frequência elas acontecem?

A sessão dura uma hora. A frequência varia de uma a três vezes por semana. O tempo de tratamento pode mudar, de acordo com cada caso. Pode durar algumas semanas, ou a vida toda, em casos de pacientes acamados ou que possuem doenças crônicas.

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