Copa América, Jogos Pan-Americanos, Pré-Olímpico, Olimpíadas… O currículo da ex-ala-armadora da Seleção Brasileira de Basquetebol Feminino, Vivian Lopes, 41 anos, é de cair o queixo. Sua trajetória no esporte começou aos 11 anos, já a primeira convocação para a seleção veio aos 14. Nos anos seguintes, no entanto, diversas lesões no joelho e sete cirurgias seguraram o furacão das quadras. Formada em Educação Física, hoje dá aulas de esportes para crianças e é personal trainer de adolescentes e adultos. Ao plikko ela ensina por que vida exige movimento constante.

| Por Renata Della Nina e Marc Tawil

Conta um pouco da sua trajetória como superatleta para nós!

Fui atleta profissional de basquetebol dos meus 10 anos até os meus 37. Fui para as Olímpiadas, joguei campeonato sul-americano, pré-olímpico e pan-americano. Fiz sete cirurgias no joelho e quando eu estava me preparando para o Panamericano do Rio, em 2007, tive minha sétima torção e decidi parar de jogar. Comecei a fazer faculdade de Educação Física e quando me formei, um amigo tinha acabado de operar o ombro e me pediu para dar treinos para ele. Peguei outras pessoas legais para dar aula também e comecei a me interessar e pegar gosto pela coisa. Treinar as pessoas começou a me inspirar e a me motivar a alcançar o resultado esperado junto com os meus alunos. Hoje sou personal trainer, tenho um grupo de corrida e também dou aula de esportes para crianças.

E como funcionam suas aulas de personal?

Eu sempre vou até as pessoas. Nunca dei aulas em academia. Tenho todo o material e só preciso de um espaço. Atendo na região do Campo Belo, Real Park e Moema, em São Paulo.  Meus treinos duram entre 40-45 minutos e recomendo que sejam feitos três vezes por semana, mas tudo depende do tempo do meu cliente. Gosto de fazer trabalhos diversificados e montar circuitos funcionais – algo que funcionou muito para mim quando eu era atleta. Na fisioterapia, sempre fiz muito treinamento funcional, inclusive para prevenção de lesões, então gosto de trabalhar dessa forma também. Mas sempre incluo treinamento de força pelo menos uma vez na semana. Além disso, também tenho um grupo de corrida formado por algumas alunas de personal e amigas delas e toda terça e quinta vamos ao Ibirapuera correr. Às vezes, elas querem ir para praia, então alugamos uma van e treinamos por lá!

Qual o seu diferencial?

Eu prefiro errar pelo excesso de cuidado do que pela falta de cuidado. Eu fui atleta e sei como é. Não adianta a gente querer passar do nosso limite e sempre tento deixar isso claro para os meus alunos.

Qual o significado de saúde e bem estar para você?

Acho que se a gente não se movimentar, a gente não tem uma vida saudável, principalmente na terceira idade. Muitos estudos comprovam que se você fizer uma atividade física diária, você vai ter uma velhice mais saudável. Eu vivo isso e procuro passar essa ideia às pessoas para quem dou aula.

Com tantos desafios como atleta, o que te espera nessa nova etapa? Algo em mente?

Quero montar uma espécie de estúdio de desafios com circuitos funcionais que desafiem as pessoas a fazerem as coisas. Tipo um crossfit, mas sem a intensidade do crossfit. Algo saudável que estimule e motive as pessoas. A atividade física proporciona bem estar e, embora as pessoas relutem muito com essa ideia, acabam percebendo que os ganhos reais disso acontecem lá na frente e não agora. A hora de investir e se exercitar, no entanto, é agora.

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